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No Halma Guerreira |
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"Conversamos pouco porque ela é de pouca conversa.
Convidou-me para conhecer a dança da corda.
Entramos numa mistura de sala quarto estúdio acolá, nem tão grande, nem tão alto.
Identificou-se como FLR, se houvesse vogal seria Flor, foi o que pensei.Ofereceu-me
uma bebida enquanto tirava seu casacão capa peça única a descobrir seios fartos,
corpo lindo e um par de botas que chegavam a cobrir as coxas . Mas os pés
eram pequenos dava para perceber. Permaneceu com as extensas botas e
aquela minúscula e transparente calcinha.
Entregou-me uma corda macia e avernelhada.Pediu que eu amarrasse seus punhos
e braços já estendidos para trás.Deveriam ficar livres do restante do corpo.
Antes disso deixou-me completamente à vontade, mas com muita reserva às suas
carícias.Acendeu luz aqui, apagou ali e após presa pelas cordas, som música
envolvente.Sobre o tablado mostrou-se felina feminina dançarina exímia a
inquietar-me por inteiro.
Aproximou-se mais e beijou-me numa quase mordida lambida rastro dos seus
movimentos, digamos caçadores.
Lá estava eu na dança da corda que buscou em mim reação
arrancando as botas,a desatar nós e gestos apressados
por momentos ofegantes.
Veio outra música, outra dança sem cordas e com deliciosos
sopros acordes a buscarem de nossos braços e pernas intrigantes amarras"
Caê
